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quarta-feira, maio 20, 2015

Workshop com Hamilton de Castro


Na próxima quarta-feira, dia 27 de maio, o Bateras Beat Fortaleza terá o prazer de receber Hamilton de Castro, fera do contrabaixo, para um Workshop especial! IMPERDÍVEL! A entrada é FRANCA!

Workshop com Hamilton de Castro

- Dia: 27/05
- Horário: A partir das 19h
- Local: Bateras Beat Fortaleza, rua Joaquim Nabuco, 2326 - Dionísio Torres


quarta-feira, abril 22, 2015

Workshop com os professores do Bateras Beat Fortaleza


Olá bateras e músicos de plantão!

A equipe do Bateras Beat Fortaleza convida todos para um Workshop na próxima quinta-feira(30/04) às 19h. O evento será no Instituto, rua Joaquim Nabuco, 2326 - Dionísio Torres. Para mais informações, ligue: (85)3081-8081

A entrada é FRANCA!

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Workshop com o grupo Por Um Trio



Retomando nossos eventos musicais, sempre na última quarta-feira do mês, começamos 2015 trazendo o grupo Por Um Trio. No dia 25 de Fevereiro, a partir das 18h temos um encontro marcado!

Local: Bateras Beat Fortaleza, Rua Joaquim Nabuco 2326 - Dionísio Torres
Hora: 18h
Entrada Franca

Mais informações: (85)3081-8081


segunda-feira, janeiro 26, 2015

QUAIS AS VANTAGENS DE SABER TOCAR UM INSTRUMENTO MUSICAL


A música faz parte da natureza humana desde os primórdios de nossa existência. A data de criação do primeiro instrumento musical não é conclusiva pelas análises de especialistas, mas existem indícios de que tenha sido uma flauta, há milhares de anos.

Hoje em dia, existem tipos diversos de instrumentos musicais para todos os gostos e estilos possíveis. O mais famoso e comprado pelo mundo é o violão, pois acaba sendo bastante prático, tem um som agradável, é compatível com diversos estilos musicais e ainda serve de base para o aprendizado de outros instrumentos de cordas.

BENEFÍCIOS DE TOCAR UM INSTRUMENTO MUSICAL

O que se diz sobre o aprendizado de música ser muito importante na infância é uma grande verdade. Por meio de pesquisas, verificou-se que os pequenos que aprendem um instrumento têm um melhor desenvolvimento do raciocínio lógico e vão melhor na escola. Uma delas ainda afirmou que crianças que realizam essa prática tem uma capacidade de memória 34% melhor do que as outras, e o efeito pode durar a longo prazo. Além disso, é mais fácil aprender no começo da vida, e aperfeiçoar as suas habilidades com o passar do tempo.
Mesmo assim, nunca é tarde para começar. Outras pesquisas envolvendo idosos já comprovaram que o estudo da música pode auxiliar na prevenção contra a osteoporose e rugas, além de combater o mal de Alzheimer.

No geral, tocar instrumentos musicais pode ser um bom hobby para qualquer idade. Essa prática ajuda a reduzir o estresse, minimizar sintomas de depressão, solidão e ansiedade, aguça a concentração e ensina disciplina. Isso porque nunca é fácil, e o músico precisa ter perseverança para alcançar os seus objetivos.



Fonte: MusicalBrasil

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Mulheres na batera: Confira a opinião de algumas bateristas sobre o ofício!

Júlia e Hefraim, seu professor no Bateras Beat Fortaleza
Quando pensamos em grandes bateristas, com certeza nossas maiores referências são homens: no rock and roll, Keith Moon, do The Who, Ian Paice, do Deep Purple, Neil Peart, do Rush, e John Bonham, do Led Zeppelin, são alguns dos nomes que vêm à mente quando pensamos em grandes nomes da história do instrumento.
Aos pouquinhos, porém, as meninas mostram que estão tomando o gosto pelas baquetas. Os números ainda não são expressivos, como mostram duas das principais escolas de música de São Paulo – no Souza Lima, a média de alunas é de 10 por unidade; na EM&T (Escola de Música e Tecnologia), há 125 alunos de bateria, sendo que apenas 11 são do sexo feminino -, mas o número de mulheres que descem a mão em peles e pratos em bandas conhecidas é cada vez maior.
Na nova geração do rock brasileiro, há pelo menos três grupos que estão na linha de frente e contam com bateristas mulheres:LipstickAgnella Scracho, que têm respectivamente Tila GrandaPaloma Oliveira e Débora Teicher no comando da seção rítmica. Delas, o principal destaque vai para Débora, mais conhecida como Dedé, que foi indicada ao Prêmio Multishow deste ano na categoria de melhor instrumentista.
Guerreiras
A baterista Drikat Crash, da banda de rockabilly Henry Paul Trio, queria tocar bateria desde os 16 anos. Entretanto, não teve oportunidade de experimentar de verdade o instrumento antes de entrar na banda, em que trabalhava anteriormente como… empresária.
“Eu cuidava dos negócios da banda e estava vendo como era difícil de encontrar um baterista competente para tocar rockabilly. Daí, resolvi me arriscar”, conta ela, que afirma que não começou às cegas. “Faço aula há cinco anos e acho que está rolando muito bem. A questão toda é se esforçar para aprender a técnica”, completa.
Crash afirma que, em pleno século 21, ainda sofre muito preconceito por tocar bateria. “Ainda há muita resistência por parte do público machista. Mas o problema não é só com bateristas, e sim com qualquer mulher que esteja no mundo da música”, garante.
O mesmo sentimento é compartilhado por Nina Pará, da banda de heavy metal Illustria e da banda de pop-rock Lacme, que afirma ser discriminada mesmo sendo professora de bateria. “As pessoas acham que tocar bateria é algo masculinizado. Uma vez me candidatei a uma vaga de professor de bateria estilo rock. Você acredita que o responsável me falou que eles não aceitavam mulher?”, conta ela, indignada. “Sempre que faço algum show, as pessoas olham fixo para ver se tenho capacidade”.
Paloma Oliveira, do Agnella, também reclama de machismo no mundo da música. “Ser musicista sempre vai ser complicado, porque já pensam que a gente é pior do que os homens que fazem as mesmas coisas”, conta ela.
Nina Pará - Foto: Divulgação
Diferenças
Embora haja consenso quanto ao forte preconceito contra mulheres na bateria, o mesmo não se dá quando a questão é se existe ou não diferença entre o jeito de tocar de meninos e meninas.
De acordo com Drikat Crash, isso não existe de jeito nenhum. “É ridícula essa coisa de que mulher toca diferente de homem, ou que homem tenha mais força e tal. Tocar bateria não é questão de ficar dando porrada, é técnica. Não tem nada a ver com força”, opina.
Já Nina Pará considera que as mulheres contam com a sensibilidade para melhorar sua performance. “Tem sim diferença. As mulheres são mais sensíveis do que os homens, principalmente na hora de criar os arranjos, o que ajuda na hora de compor”, conta ela. “Em questão de pegada, não tem nada a ver, pois toco heavy metal e a força é a mesma”, afirma.
A baterista do Lipstick também acha que existem algumas diferenças. “O homem tem mais
força e a mulher, jeitinho”, conta Paloma, rindo. “Mas o que importa
mesmo é que a gente manda bem na batera”, completa.

Assista um vídeo com Débora Teicher



Texto: Portal Vírgula
Adaptação: Bateras Beat Fortaleza

terça-feira, janeiro 20, 2015

Matrículas abertas para Curso de Violão


O Bateras Beat Fortaleza está com matrículas abertas para o Curso de Violão! Aulas práticas e teóricas para você que deseja aprender um novo ou primeiro instrumento e se aperfeiçoar. Aqui é o lugar certo! 

Curso direcionado para todas as idades.

Informações sobre nossos planos e horários pelo número que você já conhece: (85)3081-8081

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