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quarta-feira, abril 22, 2015
Workshop com os professores do Bateras Beat Fortaleza
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terça-feira, junho 17, 2014
Baterista e também vocalista: É possível sim!
Bateristas que cantam
Na história da música, não dá para dizer que há um grande número de bateristas que conseguiram destaque como vocalistas. Nesta lista estão sete homens que começaram atrás das baquetas, brasileiros e estrangeiros, que além de tocar, também resolveram botar a voz no microfone.
Talvez seja ele um dos primeiros casos que vêm à cabeça ao tentar lembrar de um baterista que assumiu o vocal. Enquanto tocava no Nirvana ficou escondido sob a sombra de Kurt Cobain, mas logo após a morte do ícone grunge ele criou, e assumiu os vocais, do Foo Fighters, para se tornar um dos grandes ídolos do rock nos dias atuais.
Iggy Pop surgiu para o mundo já como vocalista, função que assumiu no The Iguanas, no início dos anos 60. Mas antes disto, o excêntrico cantor ocupou em diversas bandas de colégio de Michigan, onde nasceu, a posição de baterista, e inclusive fez suas primeiras apresentações profissionais como free lancer no instrumento.
Desde sempre Lobão experimentou diversos instrumentos, mas começou a entrar profissionalmente no mundo da música como baterista da banda de Marina Lima e da Blitz. Logo que deixou o grupo de Evandro Mesquita, no entanto, o músico lançou seu primeiro álbum solo, Cena de Cinema, e se mantém como cantor até os dias de hoje.
Quando Peter Gabriel deixou o Genesis em 1975, a melhor solução encontrada pelos integrantes remanescentes foi colocar o até então baterista Phil Collins na posição de vocalista. A ideia deu tão certo que o músico nos anos 80 lançou bem-sucedida carreira solo.
Todo mundo sabe que Digão era o guitarrista dos Raimundos durante o período de grande sucesso da banda nos anos 90, e que assumiu os vocais após Rodolfo ter se tornado evangélico. Mas nos primórdios da banda de Brasília, antes da entrada de Fred, era ele o responsável pela bateria do grupo.
Ringo Starr é um dos maiores bateristas da história e compôs alguns dos maiores sucessos dos Beatles. Mas além disto foi também ele quem cantou algumas faixas, como “Yellow Submarine”, que embora tenha sido composta por John Lennon e Paul McCartney foi interpretada por ele durante as gravações do álbum Revolver, de 1966.
O polivalente Curumin ainda hoje aparece eventualmente apenas como baterista de artistas como Arnaldo Antunes, Céu e Criolo. Mas em 2005 se aventurou em carreira solo com o álbum Achados e Perdidos, no qual não apenas toca, como também canta. Ele parece ter gostado da brincadeira. Este ano chegou com fôlego a seu terceiro trabalho, Arrocha.
Fonte: rollingstone
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segunda-feira, outubro 07, 2013
Bateristas têm resistência de atletas
Um estudo realizado na Inglaterra, em parceria entre as universidades Chechester e Gloucestershire, garante que um baterista pode ter a mesma resistência de um atleta profissional. O resultado foi obtido por especialistas que instalaram equipamentos que medem os batimentos cardíacos, o consumo de oxigênio e os níveis de ácido lático no sangue.
Os primeiros testes foram realizados com o baterista do grupo Blondie, Clem Burke. O baterista tocou durante 1h30 no experimento, com uma frequência cardíaca que chegou a 190 batimentos por minuto, igual a um jogador profissional durante uma partida de futebol, por exemplo.
Para testar no Brasil, o fisiologista Gustavo Marques aproveitou o Rock in Rio para medir o batimento cardíaco do baterista Gabriel Triani, da banda República, que tocou no palco Sunset da Cidade do Rock. Avaliado antes e depois da passagem de som, primeiro Gabriel foi conferir seu peso, mediu a temperatura corporal e o batimento, que estava em 92 bpm.
No resultado obtido durante um ensaio de 1h, o músico gastou 600 calorias, equivalente a uma corrida de 5km. Já a frequência cardíaca chegou a 181 bpm, quase a mesma de um atleta de futebol, que tem uma média 185 bpm. Em um show, no entanto, a frequência é mais alta pela emoção e por haver tempo de descanso.
"O nível de resistência muscular e cardiológica dele é muito boa, próprio de um atleta", afirmou Gustavo. Com isso, fica claro que até os roqueiros precisam se alimentar bem e cuidar da saúde, tese que pode explicar por que os pedidos nos camarins dos astros estão cada vez mais saudáveis, como revelou Ingrid Berger, uma das produtoras do Rock in Rio.
"Hoje em dia, o Metallica, Iron Maiden, Bon Jovi, Bruce Springsteen, não são mais mocinhos, então acho que estão mais preocupados com a saúde para fazer um bom show", explicou a produtora. "Afinal, o que importa é manter a atitude no palco, mesmo que depois do show, em vez de tomar uma cerveja, eles prefiram comer uma salada", finalizou.
Fonte: Batera
terça-feira, abril 09, 2013
Tocando com vassouras
Neste artigo irei abordar uma série de combinações em 12/8 para vassouras. O intuito é trabalhar a independência e o feel apropriado para cada situação.
Vale ressaltar que a arte de tocar com vassouras é quase que um mundo a parte, já que além de percutir podemos criar diversas texturas sonoras. O simples ato de raspar a pele da caixa pode ser um tanto quanto complicado no começo, pois exige uma certa concentração, além de prática, para encontrar e posicionar os tempos dentro dos círculos. Outras formas podem e devem ser usadas, mas começaremos com os círculos na mão esquerda, no sentido horário.
A primeira coisa a fazer é tocar cada exercício e cada membro separadamente. Concentre-se, principalmente nas figuras de mão esquerda.
Os tempos anotados (e por vezes subdivisões) devem cair sempre no mesmo lugar do círculo, criando uma sonoridade constante. Procure ?desenhar? os círculos sempre com o mesmo tamanho, pois isso pode alterar e muito os fatores volume e timbre. Lembre-se que alguns exemplos de mão esquerda funcionam melhor em determinados andamentos. Normalmente as figuras mais longas cabem bem em andamentos mais rápidos, enquanto que as mais curtas podem soar melhor em andamentos mais lentos. Experimente ao máximo!
Certo, agora sim comece as combinações. A primeira etapa deve ser feita da seguinte forma: mantenha três membros fixos enquanto experimenta variar um deles. Utilizei um exemplo no vídeo, onde mantenho a figura de mão direita, bumbo e chimbal, enquanto vario as figuras de mão esquerda. Se tiver dificuldade nas transições estude cada combinação separadamente. Evidentemente, algumas combinações soam mais orgânicas, enquanto outras nem tanto, mas mesmo assim vale a pena experimentá-las.
Neste ponto é interessante notar que as figuras de mão direita soam muito mais cheias se tocadas em diferentes partes da pele, de preferência evitando onde a mão esquerda está raspando. No vídeo perceba a movimentação e relação entre as duas mãos.
Experimente tocar com diferentes sensações ou 'feels' (semicolcheias retas ou swingadas).
Dependendo da situação é essencial ter estas cartas na manga.
A segunda etapa consiste em improvisar e encontrar suas próprias variações. É claro que alguns estilos pedem grooves mais simplificados, mas nunca é demais testar novas ideias e encontrar a sua própria maneira de tocar.
Qualquer dúvida, meu email é: ferrivabem@gmail.com
Bons estudos!
Por Fernando Rivabem
Fonte: Batera
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
Alongamentos para bateristas
Aquecimento e alongamento são fundamentais antes de qualquer atividade física, incluindo tocar bateria. Os alongamentos aumentam ou mantêm a flexibilidade dos músculos, preparando-os e "aquecendo-os" antes da atividade física e eliminam a tensão, depois dos exercícios.
Outro benefício é evitar lesões por esforço repetitivo, um problema que muitos baterista já tiveram ou conhecem alguém que já teve.
Respeite seus limites, não force demasiadamente os músculos em momento algum. Com o tempo a amplitude dos movimentos aumenta.
Lembre-se, o objetivo é prevenir e não machucar-se.
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terça-feira, janeiro 15, 2013
Como afinar sua bateria?
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| Foto: Mayn Street Music |
Conceito
De uma grossa maneira, um tambor é um casco coberto, em suas extremidades, por uma membrana vibratória; quando a membrana é percutida, obtemos o som. As características desse som dependem de vários fatores: o material no qual é confeccionado o casco, o tipo de pele (membrana), a força do impacto da baqueta na pele, a área do impacto, a tensão da pele (o quanto ale está esticada), e a acústica do local.
Sofrendo a influência de todos esses fatores, a variedade de sons que podemos obter de um tambor é ilimitada. Um fator importante que atua nessa variedade de sons é a tensão que está sendo aplicada sobre a pele - que é a afinação. Tanto a composição quanto às medidas de altura, diâmetro e espessura do casco influenciam no timbre, volume e sustentação do som; mas a pele contribui em grande parte nas características do som final obtido.
Básico
A pele é fixada na borda do casco por um aro; o aro é fixado pelas castanhas. Apertando os parafusos o aro pressiona a pele contra a borda do casco. Quanto mais apertada a pele, mais alto será o som do tambor, quando percutido.
Se você nunca afinou sua bateria antes, a melhor coisa a fazer é, em primeiro lugar, tirar as peles velhas. Se você colocar peles novas o resultado será melhor. Se você não sabe que tamanho de pele precisa, simplesmente você deve medir o diâmetro do tambor (geralmente em polegadas).
Cheque a borda do tambor. Está limpa? Qualquer defeito na borda pode influenciar no som.
Quando se coloca peles novas, alguns bateristas recomendam você colocá-las no tambor, apertar bem os parafusos e deixar assim por algumas horas; com a pele bem esticada, para tirar as tensões da cola que fixa a pele no aro. Depois que fizer isso, retire a pele do tambor e comece o processo de afinação.
Coloque a pele no tambor, o aro e os parafusos apertando-os com os dedos até onde conseguir (procure manter sempre a mesma tensão para todos os parafusos). A pele ainda estará frouxa. Agora você pode usar a chave de afinação. Aperte os parafusos sempre em cruz. Os seguintes diagramas mostram a ordem de aperto dos parafusos para tambores de 4, 6, 8 e 10 afinações:

Comece pela pele de baixo (resposta). A primeira coisa a fazer é procurar igualar a tensão em todos os pontos da pele. Conforme você vai apertando os parafusos, vá controlando o som, percutindo na borda da pele, próximo a cada parafuso, e tente obter o mesmo som de cada ponto. Faça o mesmo com a pele de cima (batedeira).
A altura (afinação) da pele depende das características do casco, da tensão da pele de resposta e de sua relação com a afinação dos outros tambores.
As Características do Casco
Cada casco tem sua vibração numa certa frequência. Você pode determinar essa frequência pegando o casco sem as peles, segurando-o levemente, e golpeando-o levemente com uma baqueta de feltro ou borracha.
Quando a pele está sendo afinada, comece por uma afinação baixa (pele solta) e gradativamente vá aumentando a tensão. Você vai perceber que em alguns níveis de tensão a pele vibra bastante, enquanto que em outros ela parece "morta". O que acontece é que a frequência de ressonância do seu casco (a frequência na qual o casco vibra) também contribuirá para a vibração da pele, ou poderá cancelar essa vibração. O objetivo é encontrar aquele ponto onde a pele e o casco "trabalharão" juntos.
Tensão da Pele de Resposta
Você tem 3 opções para a afinação da pele de resposta:
mesma tensão do que a pele de cima
maior tensão do que a pele de cima
menor tensão do que a pele de cima
Cada uma dessas opções produz diferentes resultados.
Mesma tensão para as duas peles
Isto produz um som com bastante "sustain" - (boom). O ataque pode ser preciso, depende da tensão da pele de cima (batedeira), e sua ressonância será longa. Sem uma variação de tensão entre as duas peles o som ficará "morto".
Pele de baixo com menor tensão que a de cima
O "decay" e "sustain" são diminuídos. Pouca definição de timbre.
Pele de baixo com maior tensão que a de cima
Aqui sim as coisas se tornam interessantes. Permite um melhor controle da ressonância e do timbre.
Quando você toca na pele de cima de um tambor, o ar contido neste tambor é imediatamente comprimido. Isso provoca a ressonância da pele de baixo. A pele de cima, por uma fração de segundo, é levemente abafada pelo contato da baqueta. Consequentemente a pele de baixo produz o som completo antes que a pele de cima. Então se a pele de baixo estiver mais tensionada que a de cima, você vai certamente ouvir o som dela ressonar primeiro, seguida pela pele de cima, dando o efeito de "pitch bend" - ( bwow).
Afinação Relativa com Outros Tambores
Há pessoas que dizem que afinam suas baterias em intervalos de terças ou quintas. Mas mesmo que cada tambor esteja afinado o timbre obtido pode não ser agradável. Em outras palavras, o tambor pode estar exatamente afinado numa nota e seu som (timbra), uma droga! O importante é procurar manter um equilíbrio; um intervalo que soe agradável entre um tambor e outro. Não há regras específicas quanto a isto, aja visto que cada estilo de música possui seus timbres particulares. Provavelmente você nunca irá ver um baterista de Reggae afinar seu instrumento como o Alex Van Halen afina o seu, por exemplo.
Você deve afinar e re-afinar sua bateria, especialmente se você toca vários gêneros de música. A experiência é o melhor caminho.
Bumbo
O bumbo é a "batida do coração" da bateria. O bumbo sempre terá duas peles - bem, porque ele tem duas peles se vamos percutir em uma só? E qual a função daquela abertura (furo) na pele da frente?
Todas as respostas mentem no complexo mundo da AFINAÇÃO. Muitos bateristas realmente não sabem como fazer o bumbo soar bem, eles apenas colocam um cobertor ou travesseiro no seu interior. A razão pela qual o bumbo é feito de madeira, e o porque das duas peles é esta palavra, que sempre está presente quando se fala de afinação de bateria: RESSONÂNCIA.
Ressonância é a vibração do tambor quando depois que você percute nele com a baqueta, ou do bumbo quando percutido com o "pirulito" (batedor do pedal). É o mesmo que pôr a cabeça dentro de um tambor de óleo e gritar "Alô". A verdade é que você tem que usar algo para abafar o bumbo. O quanto você vai abafar depende das dimensões do bumbo e do som desejado. Alguns bateristas usam um cobertor encostado na pele de trás e da frente, outros usam travesseiros. Existem também os "Muffles" de vários modelos e marcas, que são abafadores desenvolvidos pelas empresas que fabricam as peles.
Bem, o processo inicial de afinação é o mesmo de qualquer outro tambor. Coloque a pele, o aro e aperte os parafusos com os dedos até fixar bem. Depois aperte cada parafuso em cruz, como já mostramos anteriormente, procurando igualar a tensão em todos os pontos da pele. Como nos outros tambores, você deve experimentar vários tipos de abafadores e tensão nas peles. Novamente, o timbre vai depender muito do tipo de música a ser tocada e do gosto pessoal do músico.
Tome cuidado com o assunto - ressonância. Se seu bumbo tem uma "sobra" de som, seu groove pode soar indefinido, principalmente ao aplicar muitas notas no bumbo.
Caixa - Afinação da Pele Batedeira
Coloque a pele e o aro. Com os dedos, aperte cada parafuso até que o aro faça pressão sobre a pele esticando-a um pouco. Os parafusos devem virar facilmente, não os force com a chave de afinação. Esteja certo de que todos os parafusos têm a mesma tensão.
Se há algumas "ondas" na boda da pele, você deve assentá-la com sua mão. Coloque sua mão no centro da pele e force apele para baixo várias vezes. Agora verifique novamente a tensão em cada parafuso.
Afinando cada Ponto de Tensão
Agora, com a chave de afinação, aperte levemente (meia volta da chave) os parafusos sempre de maneira cruzada. Conforme aperta os parafusos, toque no centro da pele para verificar o som, até que chegue numa tensão desejada.
Afinando a Pele de Resposta
A pele de baixo (resposta) é muito mais fina que a pele de cima porque ele tem que vibrar, permitindo que a caixa responda à esteira. Tome cuidado com a pele de resposta, é muito fácil danificá-la. Use o mesmo processo de afinação da pele superior, verificando a tensão em cada parafuso.
Ajustando a Esteira
Depois de colocadas e pré-afinadas as peles, coloque a esteira. Verifique se ela está centralizada, isto é, o mesmo espaço nas duas bordas.
Ajustes Finais
Agora você está pronto para fazer os ajustes finais. Coloque a caixa na estante, e vá experimentando - a tensão das peles, a tensão da esteira. Procure verificar o som obtido em vários níveis de dinâmica.
Toque os acentos e notas suaves, verificando se a caixa responde bem em todas as situações.
Nota: como sabemos, existem deferentes tipos de caixas em diferentes tipos de material, diferentes espessuras de aro, casco, e diferentes dimensões do casco também. Você deve observar estas características na hora de afinar sua caixa, respeitando seu "timbre natural".
Acústica da Sala
Tenha em mente que a acústica da sala onde está o instrumento é um fator decisivo no som obtido. Algumas salas vão deixar o som de sua bateria realmente bom, enquanto que outras vão simplesmente te "irritar". Neste caso, não há o que se possa fazer.
Lembre-se: quanto mais você experimenta, menos medo terá do processo de afinação, e você conseguirá obter uma maior variedade de sons interessantes de sua bateria.
Por Léo Freire
Confira neste vídeo mais algumas dicas.
Se você conhece mais dicas ou outros métodos de afinação, compartilhe conosco comentando logo abaixo.
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terça-feira, novembro 27, 2012
Há quanto tempo você não limpa sua bateria?
Limpar seu instrumento e conservá-lo é fundamental para garantir o bom funcionamento do mesmo. Pensando nisso, perguntamos: Há quanto tempo você não limpa sua bateria? Leia esse pequeno guia para auxiliar você na limpeza do seu instrumento.
1- Ferragens - Para conservá-los ou tirar a ferrugem:
Material Usado:
WD- 40 (DESINGRIPANTE)
BOMBRIL- (lixas estragam muito, ou apenas para casos extremos use número 320)
ESTOPAS/PANOS
Processo:( Fazer Limpeza contendo a ferrujem) (exceto aros dos tons)
Primeiramente você terá que desmontar toda sua bateria, obviamente, separar as ferragens e aplicar o desengripante ( o melhor é o wd-40, encontrado em vários lugares por ai) após aplicar o desengripante aguarde uns minutos para soltar a ferrugem, então comece a lixar, ( no caso de muito enferrujado será difícil sair todas as marcas, mas quanto mais você lixar melhor será o resultado) pois bem nessa parte do processo é mais complicado, pois demora um tempo para lixar tudo. Use as estopas para ir limpando a ferrugem que sai durante o trabalho ( se você for mulher cuidado com as mãos ).
Depois de tudo lixado, com esponja de aço (ou com lixas 900 em casos extremos), você terá um brilho melhor e também menos ferrugem. Depois de tudo feito e lixado passe bem a estopa para tirar o excesso de sujeira, e para melhor conservação aplique mais uma dose do desengripante.
Guarde as ferragens e passe para a próxima fase. (não se apresse, levei dois dias nas minhas ferragens, depois do trabalho) lembrando que este processo é apenas com ferrugem.
Processo:(Limpeza sem ferrugem, apenas para conservar)
Bem, se você está sem ferrugem na batera, sorte a sua, mas é sempre bom conservar as ferragens por conta do tempo, passar um pano e aplicar o desengripante de vez em quando, dependendo das condições de uso.
No caso de estar arranhado as ferragens, antes de aplicar o desengripante passe a esponja de aço COM CUIDADO (alguns casos de bateria na será eficaz, faça um teste antes) ajuda nos brilhos.
2- Tons/Madeira e Peles - Limpar e conservar
Material Usado:
CHAVE DE APERTO
PANOS/ESTOPAS
Processo: lustrar, tirar poeiras, retocar aros (casos específicos)
Primeiramente pegue seus tons, surdo e caixa-clara e coloque em algum lugar que não arranhe, um tapete talvez, em seguida tire as peles ( só faça isso se você souber afinar depois, ou tenha alguém que afine, se não, limpe sem tirar as peles).
Com as peles em mãos observe seu estado, se elas estavam muito apertadas, ou estão muito gastas aparentemente, é aconselhável troca-las por novas, mas se não for possível, o melhor a fazer é não retirá-las pois pode compromete-las ainda mais.
Se você optou por tirá-las limpe com um pano seco a parte de dentro da madeira, os aros também limpe com um pano seco, dependendo o estado de conservação poderá haver alguns "descascadinhos" na pintura, principalmente a caixa clara, se houver você pode retoca-las com tinta da cor. Após feito esse processo, se trocada a pele ou não, lustre a parte externa da bateria, ( alguns revestimentos podem ser frágeis, aplique apenas produtos adequados para cada caso, para não danificar tudo.) Feito isso monte parcialmente de volta, aproveite e afine os tons novamente.
- Dica importante: No caso da caixa clara cuidado sempre com a esteira, pois ela pode comprometer o som se manuseada erroneamente, se você observar falhas nela é aconselhável trocar.
- Dica importante: No caso do bumbo, se você costuma usar algum tipo de abafador de almofada ou panos, aprendi num vídeo que para obter um melhor timbre, o abafador deve ser colocado encostado apenas na parte do batedor.
3 - Destalhes Finais - Pratos/Pedal - Ajustando do seu jeito
Após parcialmente montada sua bateria, chegou a hora de ajeitar de acordo com seu gosto, primeiramente o local onde ela ficará deve ser firme e fixo, (para não ficar deslizando).
Os pratos você monta normalmente na altura desejada. lembrando que não é aconselhável aplicar produtos no mesmo, a não ser que seja específico.
No pedal do bumbo é sempre bom observar o aperto do parafuso da mola, isso pode melhorar o desempenho do vai-e-vem" e também aplique um pouco de óleo de máquina no mesmo. Aperte bem no bumbo para que ele não fique frouxando na hora de tocar, se desejar aplique desengripante nas partes metálicas.
4- Dicas finais
Você pode fazer o mesmo processo das ferragens na parte de metal do banquinho.
Veja qual o melhor processo no seu caso.
Cuide com a umidade próximo a seu instrumento.
Informações retiradas do blog Projeto Música
Conhece outros métodos para limpar a bateria? Compartilhe conosco seus conhecimentos, comente!
segunda-feira, outubro 22, 2012
Cuidados com a saúde dos Bateristas
Volume Muito Alto: Leva o baterista a perda de audição. A perda de audição é um problema muito sério para o músico que tem como principal instrumento a audição, tem como principal sintoma um leve zumbido no ouvido que vai aumentando com o passar do tempo se continuar ouvindo sons muito altos, posso falar isso por experiência própria, por pura "iguinorância" eu achava que o retorno tinha que ficar muito alto pra mim poder descer o braço na batera, isso é totalmente errado, prejudica e muito a saúde auditiva, com muito custo consegui eliminar esse zumbido, mas não reparar a perda auditiva.Tive que ficar sem tocar por 3 meses para poder diminuir esse zumbido.
Solução pra quem gosta de descer o braço: Um abafador de ouvido resolve e nada de fone de ouvidos muito altos!!!
Lesões: Muitos bateristas começam a sentir dores musculares quando estão tocando, isso é serio e pode trazer grandes problemas futuros.
São causadas por simplesmente segurar de forma errada a baqueta, alongamentos errados, formas erradas de se fazer uma técnica, falta de postura ao se sentar e etc... Se sentirem dores quando estiverem tocando parem imediatamente de e veja o que esta fazendo de errado e se as dores estiverem muito fortes procure um médico, porque se continuar tocando sentindo dores, poderá trazer sérias lesões que podem impedir de tocar por toda a vida!!
Problemas na coluna: É outro sério problema na vida do baterista, seja por falta de conhecimento ou por pura "iguinorância". Muitos de nós sentamos e tocamos de maneira errada, forçando a coluna, isso irá trazer problemas até em outras partes do corpo, como por exemplo: pernas, braços e mãos.
Vou citar abaixo os principais problemas que ocorrem nos bateristas quando tocam por longo tempo de maneira errada.
- Cifose: é um desvio da coluna, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para frente;
- Lordose: desvio da coluna característico na região da bacia, causando uma curvatura exagerada no local;
- Hérnia do disco intervertebral: a parte mais central do disco, que se localiza entre as vértebras, sai da estrutura da coluna, causando dores muito fortes e até mesmo paralisação dos movimentos;
- Escoliose: a coluna se desvia para o lado, passando a apresentar uma deformidade, surge por causa da má postura, ao se usar por tempo prolongado um só lado do corpo;
- Artrose: conhecida como bico-de-papagaio, é causada pelo atrito entre as vértebras, depois de algum tempo, surge uma espécie de calcificação que pode comprimir alguns vasos sanguíneos ou nervos.
Esses são problemas sérios que afetam a vida de vários bateristas por falta de informação.
Confira a postagem na íntegra AQUI
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