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sexta-feira, março 15, 2013

Baterias SONOR ESSENTIAL FORCE


Já estão disponíveis para venda as fantásticas baterias SONOR ESSENTIAL FORCE, confira:

Essential Force Stage S Drive Set 


Especificações




Essential Force Stage 3 Set

Especificações



Mais informações: 3081 8081



Essential Force Stage S Drive Set  - R$4.800,00
Essential Force Stage 3 Set - R$4.000,00

Parcelamos em até 5x sem juros no cheque ou cartão.

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Alongamentos para bateristas


Aquecimento e alongamento são fundamentais antes de qualquer atividade física, incluindo tocar bateria.  Os alongamentos aumentam ou mantêm a flexibilidade dos músculos, preparando-os e "aquecendo-os" antes da atividade física e eliminam a tensão, depois dos exercícios.

Outro benefício é evitar lesões por esforço repetitivo, um problema que muitos baterista já tiveram ou conhecem alguém que já teve.

Respeite seus limites, não force demasiadamente os músculos em momento algum. Com o tempo a amplitude dos movimentos aumenta.

Lembre-se, o objetivo é prevenir e não machucar-se.




Por Vitor Lambert
Fonte: Batera

História da Bateria

Foto: Divulgação do trabalho de Gene Krupa - 1936


O Princípio

Os estudiosos consideram que a voz foi o primeiro instrumento musical surgido. Seguindo esse raciocínio poderemos considerar os instrumentos percussivos, os primeiros instrumentos criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antigüidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e eram percutidos com as mãos.

Os tambores mais antigos descobertos em escavações arqueológicas pertencem ao período Neolítico. Um tambor encontrado numa escavação da Moravia foi datado de 6000 anos antes de Cristo. Na Mesopotâmia foram encontrados pequenos tambores (tocados tanto verticalmente quanto horizontalmente) datados de 3000 anos antes de Cristo. Tambores com peles esticadas foram descobertos dentre os artefatos Egípcios, de 4000 anos antes de Cristo. A diversidade de instrumentos percussivos é quase incontável: são bongôs, tímpanos, tamborins, pandeiros, congas, entre outros.

No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas com a invenção do pedal todas essas pessoas se tornaram desnecessárias.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910 por, Willian F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.

Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.

Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria ? ou “trap set” como foi chamada inicialmente.

Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós como admiradores desse instrumento devemos estar atualizados com essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento.



Constituição

Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos, indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas.

A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, (pads) eletrônicos devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.

Alguns bateristas, tais como Neil Peart, Mike Portnoy ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como roton-tons, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execução rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.

Hoje em dia, o aparecimento de novas técnicas e maneiras de encarar o instrumento, permite com que ele continue em evolução e exija cada vez mais dedicação por parte de seus praticantes.



Fonte: Batera

terça-feira, janeiro 15, 2013

Como afinar sua bateria?

Foto: Mayn Street Music


Conceito

De uma grossa maneira, um tambor é um casco coberto, em suas extremidades, por uma membrana vibratória; quando a membrana é percutida, obtemos o som. As características desse som dependem de vários fatores: o material no qual é confeccionado o casco, o tipo de pele (membrana), a força do impacto da baqueta na pele, a área do impacto, a tensão da pele (o quanto ale está esticada), e a acústica do local.
 
Sofrendo a influência de todos esses fatores, a variedade de sons que podemos obter de um tambor é ilimitada. Um fator importante que atua nessa variedade de sons é a tensão que está sendo aplicada sobre a pele - que é a afinação. Tanto a composição quanto às medidas de altura, diâmetro e espessura do casco influenciam no timbre, volume e sustentação do som; mas a pele contribui em grande parte nas características do som final obtido.

Básico

A pele é fixada na borda do casco por um aro; o aro é fixado pelas castanhas. Apertando os parafusos o aro pressiona a pele contra a borda do casco. Quanto mais apertada a pele, mais alto será o som do tambor, quando percutido.

Se você nunca afinou sua bateria antes, a melhor coisa a fazer é, em primeiro lugar, tirar as peles velhas. Se você colocar peles novas o resultado será melhor. Se você não sabe que tamanho de pele precisa, simplesmente você deve medir o diâmetro do tambor (geralmente em polegadas).

Cheque a borda do tambor. Está limpa? Qualquer defeito na borda pode influenciar no som.
 
Quando se coloca peles novas, alguns bateristas recomendam você colocá-las no tambor, apertar bem os parafusos e deixar assim por algumas horas; com a pele bem esticada, para tirar as tensões da cola que fixa a pele no aro. Depois que fizer isso, retire a pele do tambor e comece o processo de afinação.

Coloque a pele no tambor, o aro e os parafusos apertando-os com os dedos até onde conseguir (procure manter sempre a mesma tensão para todos os parafusos). A pele ainda estará frouxa. Agora você pode usar a chave de afinação. Aperte os parafusos sempre em cruz. Os seguintes diagramas mostram a ordem de aperto dos parafusos para tambores de 4, 6, 8 e 10 afinações:


Comece pela pele de baixo (resposta). A primeira coisa a fazer é procurar igualar a tensão em todos os pontos da pele. Conforme você vai apertando os parafusos, vá controlando o som, percutindo na borda da pele, próximo a cada parafuso, e tente obter o mesmo som de cada ponto. Faça o mesmo com a pele de cima (batedeira).

A altura (afinação) da pele depende das características do casco, da tensão da pele de resposta e de sua relação com a afinação dos outros tambores.

As Características do Casco

Cada casco tem sua vibração numa certa frequência. Você pode determinar essa frequência pegando o casco sem as peles, segurando-o levemente, e golpeando-o levemente com uma baqueta de feltro ou borracha.

Quando a pele está sendo afinada, comece por uma afinação baixa (pele solta) e gradativamente vá aumentando a tensão. Você vai perceber que em alguns níveis de tensão a pele vibra bastante, enquanto que em outros ela parece "morta". O que acontece é que a frequência de ressonância do seu casco (a frequência na qual o casco vibra) também contribuirá para a vibração da pele, ou poderá cancelar essa vibração. O objetivo é encontrar aquele ponto onde a pele e o casco "trabalharão" juntos.



Tensão da Pele de Resposta

Você tem 3 opções para a afinação da pele de resposta:

mesma tensão do que a pele de cima 
maior tensão do que a pele de cima 
menor tensão do que a pele de cima 
Cada uma dessas opções produz diferentes resultados.

Mesma tensão para as duas peles


Isto produz um som com bastante "sustain" - (boom). O ataque pode ser preciso, depende da tensão da pele de cima (batedeira), e sua ressonância será longa. Sem uma variação de tensão entre as duas peles o som ficará "morto".

Pele de baixo com menor tensão que a de cima


O "decay" e "sustain" são diminuídos. Pouca definição de timbre.

Pele de baixo com maior tensão que a de cima


Aqui sim as coisas se tornam interessantes. Permite um melhor controle da ressonância e do timbre.

Quando você toca na pele de cima de um tambor, o ar contido neste tambor é imediatamente comprimido. Isso provoca a ressonância da pele de baixo. A pele de cima, por uma fração de segundo, é levemente abafada pelo contato da baqueta. Consequentemente a pele de baixo produz o som completo antes que a pele de cima. Então se a pele de baixo estiver mais tensionada que a de cima, você vai certamente ouvir o som dela ressonar primeiro, seguida pela pele de cima, dando o efeito de "pitch bend" - ( bwow).

Afinação Relativa com Outros Tambores

Há pessoas que dizem que afinam suas baterias em intervalos de terças ou quintas. Mas mesmo que cada tambor esteja afinado o timbre obtido pode não ser agradável. Em outras palavras, o tambor pode estar exatamente afinado numa nota e seu som (timbra), uma droga! O importante é procurar manter um equilíbrio; um intervalo que soe agradável entre um tambor e outro. Não há regras específicas quanto a isto, aja visto que cada estilo de música possui seus timbres particulares. Provavelmente você nunca irá ver um baterista de Reggae afinar seu instrumento como o Alex Van Halen afina o seu, por exemplo.

Você deve afinar e re-afinar sua bateria, especialmente se você toca vários gêneros de música. A experiência é o melhor caminho. 

Bumbo

O bumbo é a "batida do coração" da bateria. O bumbo sempre terá duas peles - bem, porque ele tem duas peles se vamos percutir em uma só? E qual a função daquela abertura (furo) na pele da frente?

Todas as respostas mentem no complexo mundo da AFINAÇÃO. Muitos bateristas realmente não sabem como fazer o bumbo soar bem, eles apenas colocam um cobertor ou travesseiro no seu interior. A razão pela qual o bumbo é feito de madeira, e o porque das duas peles é esta palavra, que sempre está presente quando se fala de afinação de bateria: RESSONÂNCIA.

Ressonância é a vibração do tambor quando depois que você percute nele com a baqueta, ou do bumbo quando percutido com o "pirulito" (batedor do pedal). É o mesmo que pôr a cabeça dentro de um tambor de óleo e gritar "Alô". A verdade é que você tem que usar algo para abafar o bumbo. O quanto você vai abafar depende das dimensões do bumbo e do som desejado. Alguns bateristas usam um cobertor encostado na pele de trás e da frente, outros usam travesseiros. Existem também os "Muffles" de vários modelos e marcas, que são abafadores desenvolvidos pelas empresas que fabricam as peles.

Bem, o processo inicial de afinação é o mesmo de qualquer outro tambor. Coloque a pele, o aro e aperte os parafusos com os dedos até fixar bem. Depois aperte cada parafuso em cruz, como já mostramos anteriormente, procurando igualar a tensão em todos os pontos da pele. Como nos outros tambores, você deve experimentar vários tipos de abafadores e tensão nas peles. Novamente, o timbre vai depender muito do tipo de música a ser tocada e do gosto pessoal do músico.

Tome cuidado com o assunto - ressonância. Se seu bumbo tem uma "sobra" de som, seu groove pode soar indefinido, principalmente ao aplicar muitas notas no bumbo.



Caixa - Afinação da Pele Batedeira

Coloque a pele e o aro. Com os dedos, aperte cada parafuso até que o aro faça pressão sobre a pele esticando-a um pouco. Os parafusos devem virar facilmente, não os force com a chave de afinação. Esteja certo de que todos os parafusos têm a mesma tensão.

Se há algumas "ondas" na boda da pele, você deve assentá-la com sua mão. Coloque sua mão no centro da pele e force apele para baixo várias vezes. Agora verifique novamente a tensão em cada parafuso.

Afinando cada Ponto de Tensão

Agora, com a chave de afinação, aperte levemente (meia volta da chave) os parafusos sempre de maneira cruzada. Conforme aperta os parafusos, toque no centro da pele para verificar o som, até que chegue numa tensão desejada.

Afinando a Pele de Resposta

A pele de baixo (resposta) é muito mais fina que a pele de cima porque ele tem que vibrar, permitindo que a caixa responda à esteira. Tome cuidado com a pele de resposta, é muito fácil danificá-la. Use o mesmo processo de afinação da pele superior, verificando a tensão em cada parafuso.

Ajustando a Esteira

Depois de colocadas e pré-afinadas as peles, coloque a esteira. Verifique se ela está centralizada, isto é, o mesmo espaço nas duas bordas.

Ajustes Finais

Agora você está pronto para fazer os ajustes finais. Coloque a caixa na estante, e vá experimentando - a tensão das peles, a tensão da esteira. Procure verificar o som obtido em vários níveis de dinâmica.
Toque os acentos e notas suaves, verificando se a caixa responde bem em todas as situações.

Nota: como sabemos, existem deferentes tipos de caixas em diferentes tipos de material, diferentes espessuras de aro, casco, e diferentes dimensões do casco também. Você deve observar estas características na hora de afinar sua caixa, respeitando seu "timbre natural".

Acústica da Sala

Tenha em mente que a acústica da sala onde está o instrumento é um fator decisivo no som obtido. Algumas salas vão deixar o som de sua bateria realmente bom, enquanto que outras vão simplesmente te "irritar". Neste caso, não há o que se possa fazer.

Lembre-se: quanto mais você experimenta, menos medo terá do processo de afinação, e você conseguirá obter uma maior variedade de sons interessantes de sua bateria.



Confira neste vídeo mais algumas dicas.

Se você conhece mais dicas ou outros métodos de afinação, compartilhe conosco comentando logo abaixo.

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Nos Mínimos Detalhes - SONOR - Essential Force


Além de um poderoso instrumento, a bateria SONOR Essential Force é linda! Confira as fotos:

Fotos: Jeiel Nóbrega

A Bateria SONOR Essential Force está disponível em nossa loja, garanta a sua!



Informações técnicas:

ESF 11 2017 BD WM Bass Drum -   20" x 17.5"
ESF 11 1455 SDW     Snare Drum - 14" x 5.5"
ESF 11 1008 TT          Tom Tom -      10" x 8"
ESF 11 1209 TT          Tom Tom -      12" x 9"
ESF 11 1414FT           Floor Tom -     14" x 14"

Hardware

DTH 275     Double Tom Holder
HS 275       Hardware 200 Set

Confira um pouco mais neste vídeo.

terça-feira, novembro 27, 2012

Há quanto tempo você não limpa sua bateria?



Limpar seu instrumento e conservá-lo é fundamental para garantir o bom funcionamento do mesmo. Pensando nisso, perguntamos: Há quanto tempo você não limpa sua bateria? Leia esse pequeno guia para auxiliar você na limpeza do seu instrumento.

1- Ferragens - Para conservá-los ou tirar a ferrugem:

Material Usado: 

WD- 40 (DESINGRIPANTE)
BOMBRIL- (lixas estragam muito, ou apenas para casos extremos use número 320) 
ESTOPAS/PANOS  

 Processo:( Fazer Limpeza contendo a  ferrujem) (exceto aros dos tons)

Primeiramente você terá que desmontar toda sua bateria, obviamente, separar as ferragens e aplicar o desengripante ( o melhor é o wd-40, encontrado em vários lugares por ai)  após aplicar o desengripante aguarde uns minutos para soltar a ferrugem, então comece a lixar, ( no caso de muito enferrujado será difícil sair todas as marcas, mas quanto mais você lixar melhor será o resultado) pois bem nessa parte do processo é  mais complicado, pois demora um tempo para lixar tudo. Use as estopas para ir limpando a ferrugem que sai durante o trabalho ( se você for mulher cuidado com as mãos ).
Depois de tudo lixado, com esponja de aço (ou com lixas 900 em casos extremos), você terá um brilho melhor e também menos  ferrugem. Depois de tudo feito e lixado passe bem a estopa para tirar o excesso de sujeira, e para melhor conservação aplique mais uma dose do desengripante.
Guarde as ferragens e passe para a próxima fase. (não se apresse, levei dois dias nas minhas ferragens, depois do trabalho) lembrando que este processo é apenas com ferrugem.

 Processo:(Limpeza sem ferrugem, apenas para conservar)

Bem, se você está sem ferrugem na batera, sorte a sua, mas é sempre bom conservar as ferragens por conta do tempo, passar um pano e aplicar o desengripante de vez em quando, dependendo das condições de uso. 
No caso de estar arranhado as ferragens, antes de aplicar o desengripante passe a esponja de aço COM CUIDADO (alguns casos de bateria na será eficaz, faça um teste antes)  ajuda nos brilhos. 


 2- Tons/Madeira e Peles - Limpar e conservar 

 Material Usado:

CHAVE DE APERTO
 PANOS/ESTOPAS

Processo: lustrar, tirar poeiras, retocar aros (casos específicos)

Primeiramente pegue seus tons, surdo e caixa-clara e coloque em algum lugar que não arranhe, um tapete talvez, em seguida tire as peles ( só faça isso se você souber afinar depois, ou tenha alguém que afine, se não, limpe sem tirar as peles).
 Com as peles em mãos observe seu estado, se elas estavam muito apertadas, ou estão muito gastas aparentemente, é aconselhável troca-las por novas, mas se não for possível, o melhor a fazer é não retirá-las pois pode compromete-las ainda mais.
Se você optou por tirá-las limpe com um pano seco a parte de dentro da madeira, os aros também limpe com um pano seco, dependendo o estado de conservação poderá haver alguns "descascadinhos" na pintura, principalmente a caixa clara, se houver você pode retoca-las com tinta da cor. Após feito esse processo, se trocada a pele ou não, lustre a parte externa da bateria, ( alguns revestimentos podem ser frágeis, aplique apenas produtos adequados para cada caso, para não danificar tudo.) Feito isso monte parcialmente de volta, aproveite e afine os tons novamente.

- Dica importante: No caso da caixa clara cuidado sempre com a esteira, pois ela pode comprometer o som se manuseada erroneamente, se você observar falhas nela é aconselhável trocar.
- Dica importante: No caso do bumbo, se você costuma usar algum tipo de abafador de almofada ou panos,  aprendi num vídeo que para obter um melhor timbre, o abafador deve ser colocado encostado apenas na parte do batedor. 


3 - Destalhes Finais - Pratos/Pedal - Ajustando do seu jeito

Após  parcialmente montada sua bateria, chegou a hora de ajeitar de acordo com seu gosto, primeiramente o local onde ela ficará deve ser firme e fixo, (para não ficar deslizando).
Os pratos você monta normalmente na altura desejada. lembrando que não é aconselhável aplicar produtos no mesmo, a não ser que seja específico. 
No pedal do bumbo é sempre bom observar o aperto do parafuso da mola, isso pode melhorar o desempenho do vai-e-vem" e também aplique um pouco de óleo de máquina no mesmo. Aperte bem no bumbo para que ele não fique frouxando na hora de tocar, se desejar aplique desengripante nas partes metálicas.

  4- Dicas finais 

Você pode fazer o mesmo processo das ferragens na parte de metal do banquinho.
Veja qual o melhor processo no seu caso.
Cuide com a umidade próximo a seu instrumento.

Informações retiradas do blog Projeto Música

Conhece outros métodos para limpar a bateria? Compartilhe conosco seus conhecimentos, comente!

quarta-feira, outubro 17, 2012

Tocar bateria gasta mesma energia que jogar futebol?




Bateristas queimam até 600 calorias em 1 horas e têm de estar em forma, diz estudo.

Um estudo realizado por pesquisadores britânicos sugere que tocar bateria pode exigir o mesmo esforço físico que jogar uma partida de futebol.

Uma experiência realizada com o baterista Clem Burke, da banda Blondie, mostrou que tocar o instrumento durante 90 minutos pode elevar o ritmo cardíaco a até 190 batidas por minuto, nível comparado ao dos jogadores profissionais.

De acordo com o médico Marcus Smith, da Universidade de Chechester, em uma hora de show o baterista queimou entre 400 e 600 calorias.

Burke fez parte de uma experiência de oito anos, na qual os especialistas instalaram equipamentos para medir seus batimentos cardíacos, consumo de oxigênio e níveis de ácido lático no sangue.

"A diferença é que enquanto os jogadores profissionais jogam em média uma ou duas vezes por semana, os bateristas podem tocar todos os dias quando estão em turnê", disse Smith.
"Ao longo do ano, os jogadores podem jogar de 40 a 50 partidas, enquanto os bateristas podem tocar em shows de 90 minutos até cem vezes no mesmo período."

Para o especialista, ficou claro que o preparo físico dos músicos "tem que estar excelente" na hora de subir ao palco.

O experimento foi realizado em parceira com a Universidade de Gloucestershire, que está criando um "laboratório da bateria" para realizar testes com outros músicos.

Fonte: G1

segunda-feira, outubro 08, 2012

Bateras Total 2012




As inscrições para o Bateras Total podem ser feitas no Instituto de bateria Bateras Beat, no endereço rua Joaquim Nabuco, 2326. Até o dia 20 de outubro. O valor da inscrição é de R$ 20,00, após o dia 20, será de R$ 40,00.

O evento vem com uma proposta diferenciada de proporcionar ao público apreciador do mais nobre instrumento percussivo um ambiente de palestras sobre produtos, prática e execução bem como grandes Workshows durante o evento.

Atrações confirmadas

Mais informações: 

Via eventos
Via Facebook



Telefone para contato: 3081-8081 ou 3032-8103

segunda-feira, julho 02, 2012

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