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quarta-feira, janeiro 28, 2015

10 curiosidades sobre música



Diversas pesquisas estudam os efeitos da música em nosso humor, rendimento profissional, desempenho físico e até mesmo inteligência

A música tem poderes incontestáveis tanto na vida de uma única pessoa, como na cultura de uma nação. Por meio dela nos expressamos, entendemos, contestamos e divertimos. Até onde esses poderes chegam não podemos determinar, mas sabemos que eles são muito abrangentes. Pesquisadores do mundo todo estudam esses efeitos e comprovam que a música pode mudar nosso humor, inteligência, desempenho físico e também a memória.

Confira 10 coisas que você não sabia sobre o poder da música:

Efeitos no desempenho

Ouvir música ao mesmo tempo em que se realizam outras tarefas pode ter os mais variados efeitos. Pesquisadores da Universidade Chemnitz e da Universidade de Erfurt, ambas na Alemanha, comprovaram que, durante a leitura, ouvir música de fundo pode afetar a compreensão. Na memória, os efeitos foram negativos, mas muito baixos. Já na prática de atividades físicas e em reações emocionais, os impactos da música são muito positivos.

Música favorita

Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

Afeta seu comportamento

Ao testar os efeitos da música no comportamento das pessoas e, especialmente, em suas condutas sociais positivas, pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido, descobriram que ouvir músicas com letras socialmente positivas aumentaram a disposição de ajuda nos ouvintes.

Pode deixá-lo mais inteligente

Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

Faz você gastar mais dinheiro

Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

Rockstars realmente vivem menos

Mark Bellis da Universidade John Moores, no Reino Unido, apresentou estudos que mostram que entre três a 25 anos depois de se tornarem famosos, artistas de todos os 1000 principais álbuns de rock e música pop são 1.7 vezes mais propensos a morrer do que pessoas comuns da mesma idade. Eles morrem por problemas relacionados a álcool e drogas (31%), acidentes (14%), violência e suicídio (9%), doenças cardiovasculares (14%) e câncer (20%).

Personalidade

Segundo as pesquisas de Peter J. Rentfrow e Samuel D. Gosling, os gostos musicais podem prever a personalidade das pessoas. Por exemplo, gostos complexos e reflexivos como blues, jazz, música clássica e folk refletem personalidades emocionalmente estáveis, abertas para novas experiências, boas habilidades verbais e com inteligência acima da média.

Relaxar

Sky Chafin da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos testou os efeitos da música clássica, pop e jazz no relaxamento das pessoas depois de eventos estressantes. Os resultados mostraram que ouvir música pop e jazz tem o mesmo efeito restaurativo que o silêncio. Já a música clássica fez efeitos muito mais rápidos e a pressão sanguínea caiu para os níveis normais em tempo muito menor.

Dor

Laura Mitchell, Raymond MacDonald e Christina Knussen concluíram em seus estudos que ouvir sua música preferida durante períodos de dor pode aumentar de forma significativa a tolerância à dor, se comparado com estímulos visuais ou silêncio.

Romance

Nicolas Guéguen estudou os efeitos das músicas românticas. Seus experimentos revelaram que 52,3% das mulheres que participaram dos experimentos ofereçam seus telefones quando uma música romântica estava tocando. Do outro lado, quando a música tocada era neutra, a porcentagem caiu para 27,9%.




Fonte: 

segunda-feira, agosto 18, 2014

Afinação de bateria. Vídeo aulas com Bob Gatzen


O que para muitos de nós, principalmente para bateristas iniciantes ou pouco experientes vem a ser um grande dilema, não é mesmo?
Para ajudar aos que estão estudando ou buscando aperfeiçoamento em suas técnicas de afinação de bateria, segue uma série de quatro vídeos de Bob Gatzen, grande baterista, educador e inventor. Já foi designer e inventor da DW, Zildjian, Evans e agora Puresound Snares.
A transposição para o português é uma iniciativa do Portal Daniel Batera, com tradução e legenda do colaborador Auro Mitsuo Okamoto.

segunda-feira, novembro 04, 2013

Como continuar amigo do seu vizinho


Todo baterista enfrenta sérios problemas, tanto dentro de casa como fora ao tocar sua bateria: O BARULHO!
A bateria é um instrumento que possui altas frequências sonoras, e pense bem, até nós mesmos não gostaríamos muito de ter um vizinho como nós mesmos, que ficasse batucando e estudando o dia inteiro enquanto tentamos estudar algo em silêncio, ler um livro, assistir TV, ou simplesmente dormir.
Os tempos modernos tem cada dia mais verticalizado as casas, pois a população só aumenta, mas a Terra não cresce. Nisso, cada dia é mais fácil encontrarmos pessoas morando em prédios do que em casas. E se em casa já temos problemas com vizinhos, imagine tocar e estudar bateria em um prédio. Simplesmente inviável!
Mas graças a Deus com a modernidade das casas surgiram também novas tecnologias para nosso instrumento, e que a cada dia mais podem nos ajudar nesse sentido de poder estudar em paz, sem incomodar e sem ser incomodado. Estou falando das baterias eletrônicas.
Sabemos que a bateria eletrônica não é a mesma coisa que uma bateria acústica, mas para estudar é algo que não vejo uma solução melhor e mais prática. Além da vantagem de poder estudar até no meio da madrugada se estiver com “aquela” insônia.
Outra vantagem é que você pode fazer ensaios com seus brothers, num esquema onde todos usam só fones, sem caixas de som. Além das possibilidades de ligar sua bateria via cabo MIDI ao seu computador para fazer gravações, exercícios e muitas coisas bacanas.
Com certeza todos à sua volta vão gostar muito mais de você dessa maneira, acredite! E não confunda meu discurso com uma apologia à bateria eletrônica e um descarte às acústicas. JAMAIS!!! Mas pela necessidade é uma excelente alternativa, então faça bom uso dela.
Quer uma indicação de uma bateria bacana e barata pra já sair tocando sem incomodar ninguém? CLIQUE AQUI!

Fonte: Daniel Batera - Artigo por: Daniel Batera

segunda-feira, setembro 23, 2013

Lista de sugestões para a prática de bateria



Muitos bateristas não se sentam no seu instrumento para praticar, e sim apenas para tocar. Tocar somente o que você já sabe é divertido e pode ser ótimo para manter certas técnicas em dia, mas pouco progresso será obtido. 

Se você estiver no meio “baterístico” apenas por hobby, “progredir” no instrumento provavelmente não seja uma grande prioridade para você. Se for esse o seu caso, continue a fazer o que você está fazendo, e divirta-se. 

Por outro lado, se você quiser progredir como baterista, você terá de se concentrar. Você simplesmente não pode se sentar em seu kit de bateria de vez em quando e apenas “bater” em qualquer peça que estiver na sua frente. Você precisa ser claro em relação ao que é que precisa trabalhar, e depois aplicá-lo numa situação real.

Cada vez que pratica, você deve criar um desafio de realizar algo ainda não dominado. 

Quando você se senta em seu set de bateria você sabe o que deve praticar? Muitos bateristas não têm ideia do que eles precisam estudar para se tornarem melhores. Esta falta de informação pode matar o seu potencial no instrumento. 

Às vezes, mesmo quando sabemos o que devemos praticar, nosso treino ainda pode ser ineficaz, simplesmente por causa de uma falta de foco. 

Se você já se pegou dizendo: "Eu não sei o que praticar", ou "O que eu me esqueci de praticar hoje?", essa “lista de sugestões” lhe fará bem. Pendure-a em sua parede e escolha qual exercício que você quer trabalhar antes de começar seus estudos:

- Stick Control [combinações de mãos]
- Tocar com metrônomo
- Compassos compostos
- Controle dos dedos
- Liderar com a mão esquerda [para os destros]
- Pedal duplo
- Andamentos rápidos
- Andamentos lentos
- Agrupamentos Ímpares (3, 5, 7, 9, etc.)
- Polirritmia
- Deslocamento do de groove/modulação métrica
- Shuffles
- Perfomance de palco (girar as baquetas, etc.)
- Criar seus próprios padrões e ideias
- Padrões de acentuação
- Tercinas aplicadas na bateria toda
- Semicolcheias aplicadas na bateria toda 
- Mão esquerda e pedais
- Técnica de vassoura
- Condução com mãos alternadas no chimbal
- Solo
- Gravar a si mesmo e analisar
- Estudar os 40 rudimentos

Há provavelmente muito mais coisas para listarmos aqui, inclusive o estudo da sua própria técnica e sua “assinatura” no instrumento. Mas, lembre-se de estar trabalhando em algo novo em todos os momentos. 

O principal é – mantenha-se desafiado o tempo todo e nunca fique demasiadamente satisfeito. Esforce-se para melhorar constantemente durante cada sessão de estudos, e não diga novamente: "Eu não sei o que praticar."

Fonte: Batera

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